19 agosto 2016

A saga do terceiro filho

Fonte: Revista Contigo

ORDEM DE NASCIMENTO DOS FILHOS
O 1º filho é de vidro
O 2º é de borracha
O 3º é de ferro

PLANEJAMENTO
O 1º filho é (em geral) desejado
O 2º é planejado
O 3º é escorregado

O TRATAMENTO (PELA ORDEM DE NASCIMENTO DAS CRIANÇAS)
1º- Irmão mais velho têm um álbum de fotografia completo, um relato minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados.
2º – O segundo mal consegue achar fotos do primeiro aniversário.
3º- Os terceiros, não fazem idéia das circunstâncias em que chegaram à família

VESTIMENTA
1º bebê – Você começa a usar roupas de grávidas assim que o exame dá positivo.
2º bebê – Você usa as roupas normais o máximo que puder.
3º bebê – As roupas para grávidas são suas roupas normais, porque você já deixou de ter um corpinho de sereia e passou a ter um de baleia.

PREPARAÇÃO PRO NASCIMENTO
1º bebê – Você faz exercícios de respiração religiosamente.
2º bebê – Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram.
3º bebê – Você pede para tomar a peridural no 8º mês porque se lembra que dói demais.

GUARDA ROUPA
1º bebê – Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta.
2º bebê – Você vê se as roupas estão limpas e só descarta aquelas com manchas escuras.
3º bebê – Meninos podem usar rosa, né? Afinal o seu marido é liberal e tem certeza que o filho vai ser macho igual ao pai! (será que vai mesmo?)

PREOCUPAÇÕES
1º bebê – Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo.
2º bebê – Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho..
3º bebê – Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço ou manda o marido ir até o quarto das criança.

CHUPETA
1º bebê – Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la..
2º bebê – Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê.
3º bebê – Se a chupeta cair no chão, você passa na sua camiseta, dá uma lambida, passa na sua camisa desta vez para dar uma secadinha pra não pegar sapinho no nenê, e dá novamente ao bebê, pq o que não mata, fortalece (vitamina B, de Bicho, of course!)

TROCA DE FRALDAS
1º bebê – Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas.
2º bebê – Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário.
3º bebê – Você tenta trocar a fralda somente quando as outras crianças começam a reclamar do mau cheiro.

BANHO
1º bebê – A água é filtrada e fervida e sua temperatura medida por termômetro.
2º bebê – A água é da torneira e a temperatura é fresquinha.
3º bebê – É enfiado diretamente embaixo do chuveiro na temperatura que vier, pq vc, seu marido e seus pais foram criados assim, e ninguém morreu de frio.

ATIVIDADES
1º bebê – Você leva seu filho para as aulas de musica para bebês, teatro, contação de história, natação, judô, etc…
2º bebê – Você leva seu filho para a escola e olhe lá…
3º bebê – Você leva seu filho para o supermercado, padaria, manicure,e o seu marido que se vire para levá-lo à escola e ao campo de futebol…

PASSEIOS SEM O BEBÊ
1º bebê – A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para casa da sua mãe (sua sogra não pode ficar com a criança porque na sua cabeça, ela nunca foi mãe), para saber se ele está bem.
2º bebê – Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone pra empregada.
3º bebê – Você manda a empregada ligar só se ver sangue.

EM CASA
1º bebê – Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê.
2º bebê – Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, mordendo, beliscando, batendo ou brincando de supermam com o bebê, amarrando uma sacola do supermercado no pescoço dele e jogando ele de cima do beliche.
3º bebê – Você passa todo o tempo se escondendo das crianças.

ENGOLINDO MOEDA
1º bebê – Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x.
2º bebê – Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair.
3º bebê – Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele.

11 agosto 2016

Alienação Parental, como identificar...

Fonte: Google

Papais e mamães que acompanham meu blog, vamos falar de uma situação séria que eu tenho visto, e que é bem ruim, não é mal apenas para o gênio que é alvo da alienação, mas também para a criança. Tenho acompanhado dois casos de alienação, uma delas bem escancarada e e outro caso mais sutil, ambas são situações bem ruins. 


Só avisando, se você age dessa forma com seu/sua ex, mude de atitude, porque vc pode até perder a guarda e o título de pai/mãe da criança.

O que é a Alienação Parental 

Síndrome de Alienação Parental (SAP), também conhecida pela sigla em inglês PAS, é o termo proposto por Richard Gardner [3] em 1985 para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor.

Os casos mais freqüentes da Síndrome da Alienação Parental estão associados a situações onde a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro

Te até uma Lei ( LEI 12.318/10 ) que repudia esse ato, e lembre: Alienação Parental não é só falar mal, deixar de dar notícias,  por birra não deixar ter visitas, atrapalhar o bom convívio com a criança 3 caracterizado crime.

04 agosto 2016

Macarrão Com Salsicha e Penne

Imagem Buzzfeed

Você vai precisar de:

2 colheres de sopa de azeite
2 dentes de alho picados
1/2 cebola picada
6 salsichas picadas
4 tomates italianos picados
1/2 colher de sopa de açúcar
1 colher de chá de sal
1/2 colher de chá de pimenta do reino
200g de creme de leite (uma caixinha)
250g de macarrão penne cru
500ml de água
2 colheres de sopa de cebolinha picada
Queijo parmesão

Modo de preparo:

1. Em uma panela grande, adicione o azeite, o alho, a cebola e refogue.
2. Adicione a salsicha e refogue. Adicione o tomate e refogue.
3. Adicione os temperos: açúcar, sal, pimenta e misture.
4. Adicione o creme de leite e misture.
5. Adicione o macarrão penne cru, a água e misture.
6. Deixe cozinhar por 15 minutos, misturando a cada 5 minutos para não grudar no fundo.
7. Desligue o fogo, adicione a cebolinha picada e tampe.
8. Espere 5 minutos com a panela tampada antes de servir.
9. Sirva com queijo parmesão ralado.
10. Aproveite!

31 julho 2016

DICA: Visitando um RN, lembre-se.

Arquivo Pessoal: Mariana com 5 horas de vida.

Vai visitar um recém-nascido? Uma dica: quem precisa dos seus mimos e cuidados não é o bebê. É a mãe.
Sempre que nasce um bebê, socialmente espera-se que as pessoas vão até a casa da família para visita-lo. Porém, muitas vezes isso se torna um grande problema. A empolgação é tanta para conhecer a criança, que quase todos se esquecem de alguém muito importante, que provavelmente está extremamente cansada, sedenta por coisas simples como um banho longo, ou uma refeição completa.
Neste post, vou listar algumas sugestões para que a sua visita seja bem vinda, e principalmente para que a sua presença não se torne um estorvo da qual ela gostaria de se livrar:
- Leve comida. Uma refeição congelada, uma torta, um bolo, frutas, castanhas... Esqueça as roupinhas de bebê. Uma refeição para o jantar será muito mais útil neste momento.
- Seja pró-ativo. Tem louça na pia? Lave. Tem roupas sujas? Lave. Se a sua intimidade com a família permite, faça.
- Se o bebê dormiu, pergunte gentilmente a mãe se ela deseja tomar um banho, dormir, ou comer, e se ofereça para olhar o bebê para ela enquanto isso.
- Sempre avise antes de chegar. Muitos momentos não são uma boa hora para visitas.
- Seja breve. Se você não estiver ajudando de alguma forma, 15 minutos é o tempo ideal para conhecer o bebê e ir embora.
- Fale baixo, principalmente se o bebê estiver dormindo. E jamais, (jamais) peça para acorda-lo.
- Se possível, não leve crianças pequenas.
- Não pegue o bebê no colo se a mãe não oferecer.
- Não se ofereça para dar banho ou trocar fralda do bebê. Deixe essas funções para a mãe, e vá cuidar da casa enquanto isso, claro, a não ser que ela mesma peça.
- Vá de banho tomado, sem perfume, e lave bem as mãos assim que chegar.
- Guarde os palpites para você caso a mãe não te peça ajuda.
- Raramente uma mãe espera receber visitas antes do primeiro mês de vida, então acalme a ansiedade e espere mais um pouquinho até que a rotina da família esteja um pouco mais organizada.
Arquivo Pessoal: Ana Luiza priminha linda da Mariana quando era RN.

09 julho 2016

Ciúmes na Infância

Arquivo Pessoal: Mariana e Gabriela, primeiro encontro, Mariana não quer interagir com a nova amiguinha.

Assim como os adultos, as crianças também passam por aqueles momentos em que se sentem excluídas, menos amadas, menos bonitas. O motivo? Geralmente, é o ciúme. "Por que você deu o pedaço maior do bolo para ele?". "Por que você vai brincar com outro amigo e não comigo?". "Por que o outro está recebendo elogios e não eu?". Esses são alguns dos questionamentos que os pequenos fazem quando estão com ciúmes.
Minha filha nunca teve que competir com alguém a atenção, que ela julgava ser apenas dela, mas o dia chegou e não foi bem legal, o ciúme da filha do namorado. Em um desses encontros que nos damos para conhecer uns aos outros, finalmente conheci a filha caçula do namorado, e resolvemos apresentar a Mariana, e esperando que fosse como foi, eu mesma fiquei bastante envergonhada com as atitudes estranhas da Mariana, nunca tinha visto tais reações e fui pesquisar, tive aulas de psicologia infantil na faculdade, mas precisava relembrar, e lá fui eu ler um pouco sobre o assunto e achei algumas coisas em alguns sites, sobre como lidar com esse "reizinho na barriga".
Lendo por ai especialistas dizem que nessas horas, a melhor atitude que os pais podem tomar é a do carinho e da conversa. "O ciúme é um sentimento provocado pela insegurança e pelo desejo de posse. A criança tem medo de perder o que conquistou. Para lidar com essa questão o diálogo dever ser sempre direcionado para que a criança entenda que nada será tirado dela", explica Quézia Bombonatto, psicopedagoga e presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia. 

Arquivo Pessoal: Mariana brinca com os brinquedos da Gabriela, mas por ciúme não interage.
E no caso da Mari, é importante demonstrar que, assim como há momentos em que eu e seus avós cuidarão dela, e a Gabriela (a garotinha linda das fotos), tem seus pais pra cuidarem dela, e que ela fará parte da nossa vida a partir de então. E haverá aqueles em que os dois receberão cuidados e atenção dos pais, tios ao mesmo tempo. O importante é esclarecer que o amor que os pais têm pelos filhos não significa dar atenção exclusiva a eles.
Arquivo Pessoal: Mariana interagindo com a mamãe da Gabriela, ciúme inclusive da mãe da bebê.
No caso de separação (no meu caso não tenho o pai da minha filha ao lado, devido ele ter morrido), a solução mais eficaz é agir com naturalidade, o que eu tive um pouco de dificuldade, mas o que diz a especialista. "Acolha a criança sem mimá-la. Separações e novos relacionamentos após separações são fatos cada vez mais corriqueiros. Lidar com naturalidade com isso fará com que a criança também aja dessa forma", afirma Quézia Bombonatto, psicopedagoga e presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). Lembre-se: as crianças aprendem muito por imitação e espelham nossas atitudes.

09 junho 2016

Posições sexuais na gravidez confortáveis para o casal






















No começo da gravidez, não há restrições quanto à posição sexual dos futuros papais. Porém, conforme a gestação evolui algumas opções ficam menos confortáveis e é importante que não ocorra uma compressão forte sobre a barriga. A coluna da mulher também merece atenção, sem ser forçada ou sobrecarregada. Confira as melhores posições sexuais na gravidez:








17 abril 2016

Amizade na Infância

Chá das Princesas na casa da amiguinha da Mariana. Arquivo Pessoal
Uma novidade aconteceu na minha vida, uma superação melhor dizendo, minha filha foi brincar na casa das amiguinhas... nunca tinha saído sem mim, e pensei que ia dar xabu, e por incrível que pareça, não deu, minha filha se comportou, brincou a tarde toda (das 16h às 19h ), e não queria ir pra casa, se vestiu de bailarina princesa, comeu direitinho, e superou minhas expectativas.
Lembrei de um artigo que li, sobre a importância do melhor amigo na infância. Partindo do princípio de que a socialização é necessária para melhorar também a autoestima dos nossos pequenos, e pra mim melhorar o convívio com outras crianças (caso mais tarde Mariana ganhe um irmãozinho ou irmãzinha).
Se ter amigos na vida adulta é bom, imagina no maternal? na fase de desenvolvimento de caráter? é de grande valia para que essa criança desenvolva psicologicamente mais saudável. Lendo sobre o assunto achei isso:

* Seu filho precisa saber que você valoriza seus amigos. Converse com ele sobre os colegas de escola, conheça os amiguinhos e o motivo por que seu filho gosta deles. Isso ajuda a manter um diálogo contínuo sobre a importância da amizade.
* Respeite a forma como a criança socializa. Algumas preferem estar em grandes grupos, ao passo que outras sentem-se mais confortáveis com um ou dois amigos próximos. Há as que fazem amizade rápido, e as que levam mais tempo. É um processo perfeitamente natural e que não deve ser forçado pelos pais.
* Permita que a criança tenha tempo para conhecer e brincar com outras crianças. Seja flexível com os horários familiares, de modo que seu filho possa aceitar convites dos amigos e participar de atividades lúdicas com eles.
* Tenha horários disponíveis para visitar outras famílias que tenham crianças da mesma idade. Se o seu filho parece ter dificuldades com novos amigos, ajude-o apresentando outras crianças. Quando os pais são amigos, os filhos têm uma tendência natural de brincarem juntos. Uma amizade duradoura pode nascer daí.
* Se o seu filho é tímido, encoraje-o a convidar um colega para brincar em casa ou num parque, sob sua supervisão. É dessa forma que, gradualmente, ele vai adquirir mais habilidades para colocar-se em grupos maiores. Piccolo Universe

Mas para quê estou falando sobre o assunto, simples... ENSINEM SEUS FILHOS A CATIVAREM AMIGOS, é necessário, é bom, ajuda na maturação deles, ensinem que devem repartir brinquedos, que devem ser honestos, é muito bom, vou repetir a dose com a Mariana ir a casa das amigas.

04 abril 2016

Bom filho à casa torna...

Arquivo Pessoal: Hotel Barrudada - Santarém - PA

Eu sei, andei sumida, então vamos as novidades, a mamãe Gisele anda estudando muito para concurso público, a Maricotinha está anda mais tagarela que nunca, estudando, brincando e sendo feliz, a mamãe dela está a cada dia mais apaixonada por ela e pelo Tio Kebi (namorado da mamãe)... algumas pessoas tem acesso as gracinhas da Maricota no meu perfil do facebook e vou fazer um esforço para repassar para cá, porque ela anda muito engraçada com 3 anos e 9 meses, é bem falante, e querida, inteligente, e fofa...
Eu ando planejando dar um maninho (ou maninha) pra ela, para que ela saiba dividir ainda mais suas coisas (ela está em uma fase de muito ciúme, inclusive de mim...), para coroar nosso retorno, aqui vai um texto legalzinho.

Lição de vida!

Enquanto eu for viva serei sempre primeiro a tua mãe, e depois sua amiga. Eu vou andar atrás de você, chatear você muitas vezes, dar sermões e perseguir-te como cão a coelho sempre que for preciso, porque TE AMO.
Quando você compreender isso, eu saberei que se tornou num adulto responsável.
Eu vou defender você sempre, mesmo nos momentos que tenha de te defender de si próprio.
Nunca encontrarás na tua vida ninguém que se preocupe tanto, que TE AME tanto e ore tanto por você quanto eu.
Se não me chamar, pelo menos uma vez na vida de “A pior mãe do mundo”, então não estarei fazendo bem o meu trabalho.
Porque crescer exige saber escolher, e eu vou te ensinar a fazer as escolhas certas. Educar exige regras, e essas regras são sempre impostas por mim.
Eu sei que te chateia mas que um dia vai me dar razão. E vai amar os teus filhos e persegui-los até ao teu último sopro.
Tal como eu farei.

01 abril 2016

Acredita, Não é uma mãe má

Arquivo Pessoal: Mariana no It Center curtindo um pouco da piscina de bolinha

 Você não é má mãe porque impõe uma hora de ir para a cama.
Porque não concorda que, o teu filho passe o tempo diante de uma televisão assistindo desenhos animados horas a fio.
Porque, na maior parte dos dias, você não consegue chegar a tempo de brincar com ele tanto tempo quanto gostaria.
Porque não compra todos os bonecos que ele te pede na loja.
Não é má mãe quando a paciência se esgota e tem de respirar fundo cinco vezes antes de voltar a falar.
Quando chega em casa e não sabe como vai arrumar energia para fazer tudo aquilo que te espera.
Quando às vezes se lembra do tempo sem filhos e sente alguma nostalgia.
Se questiona; quando caminha mesmo quando não se tem certeza, porque defende aquilo em que acredita, quando toda a gente te diz que precisa de ter calma, relaxar, quando tem dúvidas, quando não tem todas as respostas, porque os teus filhos deixaram de te contar tudo e os amigos deles sabem mais da vida deles que você, quando tem medo, quando não sabe que caminho seguir.
Não é má mãe porque os teus filhos fazem coisas que nunca imaginou, se o teu filho tem pior notas do que deveria
(nem ele é mau filho por isso). Quando ninguém compreende as tuas opções, porque insiste que as crianças têm de ter rotinas,
porque deixa crescer a pilha de roupa para passar, quando decide que precisa de um tempo para você, quando o teu cérebro está tão cansado que só ouve trinta por cento do que o teu filho te diz mas faz um esforço para absorver tudo.
Você não é perfeita.
É mãe e esse é o maior, melhor e mais duro trabalho do mundo.
Vai ter dias ótimos e vai ter dias terríveis. E vai ter dias que se repetem com poucas mudanças. Aproveita-os porque as crianças crescem numa velocidade.
E isso significa que terá sempre oportunidade de melhorar, de mudar.
Nunca será aquilo que sempre imaginou mas acredita que é tudo aquilo de que os teus filhos precisam. Com todas essas “falhas”. Eles te amam exatamente como é.

E não há nada melhor neste mundo.

10 dezembro 2015

Então é Natal

Arquivo Pessoal: Natal na Escola

Todos que me conhecem, também sabem do pânico que Mari tem do bom velhinho... então nas festas de Natal, evitamos as filas para fotografar com o Papai Noel, porque só de imaginar se aproximar dele, ela se tem ataques de ansiedade, sensações de desmaio, e tremor, e convenhamos, para que forçar??? é para alimentar o ego dos pais ou tornar um encontro agradável para a criança????

Pedir presentes e escrever cartas é fácil, mas quando tem que enfrentar o Papai Noel frente a frente, nem toda criança gosta e algumas até têm medo do bom velhinho. A roupa vermelha, a barba branca e o 'ho-ho-ho' assustam muitos pequenos que preferem olhar só de longe e algumas vezes até choram de medo.

A minha pequena só não teve medo do cara da barba branca, quando tinha 6 meses (em seu primeiro Natal depois da vida intra-uterina), depois disso foi cultivando um pavor sem proporções lógicas, entretanto aceitáveis para a idade dela, e lendo por aí, vi que o que pensava acontecer só com ela, é mais normal que o ato de beber água.

Todo mundo tem medo de algo. Este sentimento pode ser compreendido de várias maneiras. A primeira delas é que tememos aquilo que de alguma forma nos ameaça verdadeiramente. Por exemplo, o de cobras. Temê-las é sábio e protetor.

Alguns medos fogem a esta lógica, como a de alguns insetos como a barata. Mesmo sendo maiores e mais fortes que a bichinha, fugimos dela. Muitas vezes, por não podermos evitar o objeto temido, uma pessoa, por exemplo, deslocamos o sentimento para algo que podemos nos esquivar.
Um dos mais poderosos é o medo daquilo que não compreendemos ou não conhecemos. Eles vêm carregados de fantasias que geralmente lhes dão força – o temor à morte é um deles. Assim como o de figuras fantásticas que povoam nosso imaginário, como bruxas e fantasmas.
As crianças são as campeãs neste quesito. Temem várias coisas que parecem simples ao olhar do adulto. Isso porque ele se esqueceu de que em sua infância seus sentimentos eram parecidos. A pouca compreensão que elas têm das coisas e o pensamento fantástico característico desta época da vida, facilitam o surgimento de tais medos. Com o amadurecimento e a ampliação do entendimento das coisas, tendem a diminuir e a desaparecer.
Por exemplo, elas temem o escuro, os trovões, o mar, dormir sozinhas e de muitas outras coisas. Como é o caso de certos personagens que, a princípio, foram criados para diverti-las ou encantá-las. Um deles anda por aí, pelos centros de compras, ruas e nossas casas. O outro, também muito comum, vive aprontando nos circos.
Sim, é muito comum os pequenos terem medo dos palhaços e do Papai Noel. A explicação inicial é fácil: a aparência deles, por si só, é assustadora. O palhaço é extremamente caricato: sua boca, olhos e nariz costumam ser grandes e, por vezes, assustadores. Alguns têm aparência triste e são um tanto quanto malandros. Lembro-me de um trocadilho de infância, que de certo modo pode assustar: “E o palhaço o que é? É ladrão de mulher!”.
O Papai Noel também tem algo em sua aparência que costuma assustar os menores: sua enorme barba. É um personagem associado ao poder de julgar os outros, dando-lhe prêmios ou não. Se o garoto foi bonzinho pelo ano, o presente de Natal está garantido. Do contrário, ele não será presenteado. É um juiz, lembrando um pouco a figura de Deus – geralmente retratado como um velhinho de barbas brancas, que nos levará para o céu caso tenhamos boas condutas na vida.
Para as crianças, cujo aspecto físico costuma impressionar e a ideia de castigo também, lá vem o comportamento de evitá-lo de modo a protegê-las de figura tão poderosa.
O que fazer para amenizar esses medos? Não muita coisa. Até porque vivemos muito bem longe de palhaços e Noel (apesar do último estar pipocando pela cidade). O importante é dar-lhes elementos para que pouco a pouco possam vê-los de maneira diferente. Sem que sejam forçados a se aproximarem deles ou que sejam usados como figuras de punição.
Muitos adultos, para controlar o comportamento da criança, dizem que vão falar para o Papai Noel e que não ganhará presente. Ou que o palhaço (aproveitando seu medo) virá pegá-la se não se comportar.
Com o amadurecimento, esses medos tendem a desaparecer. Caso contrário, muito provavelmente se transformaram em objetos de deslocamento ocultando outro medo. Como é o caso da simpática baratinha. Mas só a dos desenhos. 

Curta as festas de fim de ano e não deixem seus filhos ficarem aterrorizados com o fato de serem forçados a algo que não querem...

BOAS FESTAS A TODOS.

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